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Nome: Ir Zuleides Andrade

Idade: Anos Dourados

Niver: 08/05/1950

Adoro: Deus e amo pessoas criativas e sinceras. Gosto de palavras cruzadas, bordadas, desenhadas, inspiradas...

Evito: pessoas arrogantes e barulhentas.

Meu lema: Ser um instrumento de amor e de paz.

Verbo: planejar.

Lugar: Brasil / Meu Jardim Virtual

Cidade: Curitiba.

Viajar de: Fibra ótica, pelo mundo online / patinete.

Felicidade: Silêncio e pensamentos lindos.

Sonho: Fazer a diferença na vida de algumas pessoas que Deus coloca em meu caminho.

Melhor amigo(a): Deus e tantas outras pessoas queridas! Se eu nomear, algumas vão ficar com ciúme.

Defeitos: iniciar muitos trabalhos, atender a muitas solicitações
.

E-mails:
zuleidesandrade@yahoo.com.br
comunic@apostolas-pr.org.br

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[Sexta-feira, Setembro 21, 2007]


Educação vem do berço


Quando falamos em educação, pode vir à mente diferentes situações ou modos de pensar: “Educação vem do berço”. “Educação se aprende em casa”. Nesse caso é bem provável que estejamos mencionando bons modos de convivência, respeito e gratidão.

No entanto, é bom lembrar que, mesmo antes de nascer, é com os pais, com a família, que o bebê vai sendo educado. É dentro do ventre materno que o novo membro da família assimila o amor de seus genitores. É nesse ninho aconchegante que o bebê aprende a confiar, a ser feliz a comunicar-se com movimentos, chorinho, birra e silêncio que expressam suas necessidades básicas. As atenções em toques, palavras de carinho, canções, alimentação, higiene vão criando nele o conceito de bondade.

A criança é parte da família e, ao mesmo tempo, continuadora de suas características genéticas, do sobrenome, da memória de seus costumes e tradições. É continuadora da educação que os pais receberam e transmitem para ela dando um toque sempre novo para cada geração que surge. Não é tanto com palavras, mas na observação e imitação das ações dos pais, que as crianças aprendem. O lar é a primeira, a mais significativa e a mais importante fonte e base da educação.

A escola tem a missão de organizar, sistematizar e ampliar os conhecimentos que as crianças adquiriram de diferentes formas e fontes. Colocar filhos em escolas não pode significar transferir a responsabilidade da educação àquela instituição. Família e escola devem somar forças, trabalhar juntas e colherem os frutos dessa parceria. Observemos a alegria das crianças quando têm seus aprendizados confirmados e ampliados pelos ensinamentos dos professores ou dos pais. É como se um confirmasse o outro.

Escolas abrem caminhos do aprendizado e da construção do conhecimento, mas os questionamentos, as descobertas acontecem muito mais nas vivências livres do que de estruturas mais sérias. A interação significativa com o mundo, o amor e o afeto contribuem para criar o mais amplo e duradouro clima de aprendizado.

Quando as crianças encontram um motivo, uma razão, uma alegria para aprender, elas seguem felizes, solidárias e buscando novas formas de desvendarem a beleza e o segredo da vida.

Ir. Zuleides M. de Andrade, ASCJ
Curitiba-PR
( Para a revista Where Curitiba - outubro 2007)
contato com a autora


Ficar

Apenas "ficar"...
seria regressão
à fase do gostar
de pessoa-coisa
ou seria ensaio,
meio de soslaio
para prostituição?

Fala, coração!
Melhor ficar ou namorar?
(Ir. Zu -12/ 06/2005)


por Ir. Zu * 10:29 PM

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